Olhai as
aves dos Céus
Um pássaro simplesmente ele voa, bate as suas asas sem se
importar com mais nada.
Quando a natureza é cruel eles migram, quando não há do que
se alimentar eles partem.
Eles parecem curtir uma viagem, mas assim que a tempestade
cessa elas retornam.
O tamanho nem a força de uma ave são levados em considerações.
No momento de defender a sua prole, o tamanho do inimigo
pouco importa.
Eles não vão se defender, por mais pequenos que sejam vão
atacar.
Sem se importar com a retaliação, defender a sua prole é
mais sublime das honras.
O temido inimigo dos pequenos seres bate em retirada diante
de tão grande valentia.
A alegria dessas criaturas é exibida no seu canto.
A fragilidade de alguns são compensadas pela sua beleza.
A sua autoestima é a raridade de algumas espécies.
A tristeza da humanidade é a sua extinção.
Seja no campo ou na cidade o seu sussurro ainda são ouvidos.
Pela manhã o Bem-te-vi não deixa por menos, juntos ou
separados fazem uma sintonia.
O beija-flor apressado só tem tempo para suas tarefas parece
nunca se cansar.
Os periquitos e as maritacas parecem conversarem entre si.
O quero-quero que nunca adormece e a sua estratégia contra o
inimigo.
O voo personalizado das garças que deixam os céus diferente.
Parece que as arvores abraçam as aves, os pássaros, e as
protegem.
Uma reposta acerca do seu modo de vida, foi respondida a
mais de dois séculos.
Alguém pediu que observasse as aves dos céus.
Elas não plantam, nem semeiam, nem ajunta em celeiros.
Elas têm o cuidado do CRIADOR, a atenção do SUPREMO.
Continuem observando o comportamento das aves, ainda na
gaiola elas cantam.
Ainda ferida e machucada elas cantam, a sua perspicácia é
contagiante.
Observa a insistência de pica-pau tentando abrir um buraco
na madeira para seu ninho.
Ou a história e um pinguim que sempre volta, em símbolo de
gratidão.
E visita um velho
pescador que um dia o ajudou.
Quem nos ensinou a observar a natureza foi o SENHOR JESUS.
Pode ser que um dia nós não aceitamos, mas nada de homem
nenhum.
Ou nossa localização não permite, ou a ocasião não nos
proporcione mais esperança.
Deixamos de lado a motivação, e quem sabe o desejo até de
viver.
Esquecidos e sem forças, aprisionados a uma situação,
perdemos nosso brilho.
Cercados com tantas situações adversas, perdemos nosso
canto.
Não conseguimos mais cantar, penduramos nossos instrumentos.
E vem em nossos pensamentos aquilo de que DEUS nos abandonou.
Estamos só, sem rumo sem direção, por onde olhamos só vemos
obstáculos.
Não conseguimos ver uma saída, e em nossa timidez só enxergamos
as grades.
As vezes até cantamos, mas só exprimimos tristeza, dor e aflição.
Ao invés de um louvor, nosso canto é uma súplica.
Nossas palavras são lamentações, desespero, ansiedade.
Observe a natureza, porque para aquele pássaro na gaiola
depende de alguém.
Para abrir a porta e voar, mas para nós temos nossas mãos.
Se motive deixe ser influenciado pelos exemplos e histórias.
E o momento da superação, e a hora de se tornar um pequeno pássaro.
Já viu o quanto é desigual uma batalha de uma andorinha para
um gavião.
Já observou a velocidade do voo do gavião e de um quero-quero.
Precisa aprender com isso, encarar a adversidade sem medo.
Enfrentar uma grande avalanche de frente e dizer assim, você
não me derruba.
As aves aprenderam que a melhor forma de se defender, é
atacar.
Antes que chegue até você alguma adversidade, se ponha no
caminho.
Se torne um obstáculo para infelicidade para a tristeza,
para a solidão.
Se antecipa a tormenta, feche seus caminhos, precisa
resistir.
A estratégia do quero-quero é voar para longe do ninho.
Com isso ele atrai atenção do inimigo e o leva para longe.
E parte para o ataque, mas cada encontro é uma batalha.
Em alguns sofremos perdas, em outros alcançamos sucesso.
Davi olhava para Golias e não enxergava um gigante, ele via
a sua vitória.
Aquilo na sua frente era apenas um obstáculo.
Aprenda a voar, bater as asas, isso simbolicamente.
Em certas circunstâncias precisamos observar como a coruja.
A velocidade de um beija-flor, a visão da águia.
A insistência do pica-pau, é apenas madeira e vai ceder, basta
bater.
E a ousadia do mergulhão, mergulhe profundo.
“Olhe para as aves do céu, que não semeiam, nem cegam.
Não ajunta em celeiros, porque Meu PAI que estás nos Céus.
Cuida delas e as alimenta, como não terá mais cuidado de você”.
Em certas ocasiões tudo que um pássaro possui é o seu canto.
Nós também, na prisão as vezes tudo o que nos resta é
louvar.
Quem não recorda de Paulo e Silas, que louvavam na prisão.
E o canto, o louvor que abrirá um caminho.
O que motiva as aves é o canto, o que dá esperança.
Que um dia alguém vai se comover com seu canto.
Alguém vai ouvir aquela melodia, e abrir a porta da prisão.
Sobre qualquer circunstância, cante.
Em meio a tudo. louve.
O que sair do coração vai voltar com uma solução.
O que sair da alma vai retornar como uma saída.
O que sair com a pureza retornará com vitória.
O que sair com fé retornará em glória.
(Claudio Alves de
Oliveira)
Olhai as aves dos Céus

Lindas palavras irmão.
ResponderExcluirFeliz por ter uma irmão como você.
DEUS abençoe grandemente feliz com tua participação.
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