segunda-feira, 28 de setembro de 2026

DE FILHO PARA PAI (Mùsica Autoral)


 MÚSICA AUTORAL: 


 
 

DE FILHO PARA O PAI

 

Obs: vídeo com legendas: Alemão, Árabe, Bengali, Cantonês, Chinês, Espanhol, Filipino, Francês, Holandês, Inglês, Indonésio, Japonês, Russo, Tailandês, Vietnamita, Malaio Cingapura, Turco.
 


Essa é uma conversa.

De filho para Pai.

Sei que está bem.

Não vou perguntar.

É óbvio que está.

Não faz o mínimo sentido.



Hoje eu quero expressar minha gratidão.

Já se passaram muitos anos.

O tempo deixa suas marcas.

Mas agradeço também por isso.

Por ter vivido até aqui.

Momentos alegres e horas de dor.



Dias amargos e etapas difíceis.

Momentos sem saída, portas fechadas.

Mas Pai, gratidão por tudo.

Pelos momentos tão significativos.

Por horas tão alegres.

Por ocasiões, que tive a sensação.

De que não estava na terra.



Aqueles que falando por metáfora.

Dava para sentir o calor do teu rosto.

A Tua presença tão sublime.

Invadindo aquele lugar.

Algo que não dá pra descrever com palavras.

Somente sentimos na nossa alma.



Salomão tinha razão

Existe um tempo determinado.

Para todos os acontecimentos.

Cada qual no seu momento apropriado.

Eu creio que Tu determinas.

Cada dia e hora em nossa jornada.



Só imploro, oh Pai.

Que não canse das minhas lamentações.

Ainda que eu seja desprezível.

Não me olhes com teu furor.

Nem esconda de mim a tua face.

Nem fadigue com meus pedidos de perdão.



Não se canse do meu pedido.

De perdão e piedade todos os dias.

Pai gratidão por esse momento.

Por essa ocasião, pela inspiração.

E por mais essa poesia.



Preciso de Ti Pai, necessito.

Da Tua compaixão, do Teu perdão.

Pois continuamente eu erro.

Falho todos os dias.

Deslizo a todo momento.

Imploro por benevolência.



Porque Pai existem erros.

Dos quais eu não tenho ciência.

Há aqueles que são do momento.

Algumas situações nos leva a errar.

Mas também aqueles que o fazemos consciente.



Não se canse do meu pedido.

De perdão e piedade todos os dias.

Pai gratidão por esse momento.

Por essa ocasião, pela inspiração.

E por mais essa poesia.



Claudio Alves de Oliveira

domingo, 27 de setembro de 2026

POESIA (Música Autoral)


 MÚSICA AUTORAL:


 
 

POESIA


Obs: vídeo com legendas: Alemão, Árabe, Bengali, Cantonês, Chinês, Espanhol, Filipino, Francês, Holandês, Inglês, Indonésio, Japonês, Russo, Tailandês, Vietnamita, Malaio Cingapura, Turco.

A poesia ratifica o sentimento.

E a inspiração do poeta.

A sabedoria exala o doce.

Perfume do conhecimento.

A aurora revela um novo dia.



A linda e comovente canção.

Comprova a inspiração do compositor.

A melodia suave expressa.

O mais nobre sentimento da alma.



As palavras que expressam sentimentos.

As letras que revelam o conhecimento.

As frases com sua profundidade.

Que causam tanto impacto.

Assim é a poesia.



No jardim a linda flor exala seu perfume.

Mas também exibem os seus espinhos.

Atraem, abelhas, beija-flores e borboletas.

E os olhares daqueles que se inspiram.

Na sua suavidade fascinante.


O ontem que expressa saudade e lembrança.

O hoje que nos dá oportunidade e motivação.

O agora nos leva a tomar uma decisão.

O momento que se manifesta com motivos e razões.



As palavras que expressam sentimentos.

As letras que revelam o conhecimento.

As frases com sua profundidade.

Que causam tanto impacto.

Assim é a poesia.





O tempo que é tão cruel.

Não dá uma trégua.

As lembranças expressam a dor saudade.

O regresso que evidencia um recomeço.

O retorno que manifesta, o arrependimento.



O sorriso na face revela um coração feliz.

Ou pode esconder uma alma dilacerada.

As lágrimas que exprimem a dor.

Mas também interpretam a felicidade.



As palavras que expressam sentimentos.

As letras que revelam o conhecimento.

As frases com sua profundidade.

Que causam tanto impacto.

Assim é a poesia.



O fim da vida causa um vazio.

Deixamos uma lacuna.

Que nunca será preenchida.

Viramos saudade e lembranças.

Algo distante lá do passado.



A poesia se eterniza.

Já os poetas um dia se vão.

As palavras permanecem.

E os escritores se retiram.



Assim é a poesia.

 

(Claudio Alves de Oliveira)


 

segunda-feira, 21 de setembro de 2026

COISAS QUE IMPORTAM (Música Autoral)


 MÚSICA AUTORAL:


 
 

COISAS QUE IMPORTAM


As coisas que realmente importam.

São aquelas que nos fazem bem.

Autoestima, sonhos, conquistas.

Projeção para o futuro.




As amizades recheadas de sinceridade.

Aquelas sem interesses.

Sempre em prol do bem de todos.

São as atitudes que as definem.



Aquelas amizades que importam.

Algumas pessoas só perceberão isso.

Quando o lugar estiver vago.

Não ouvir mais aquela voz.



Não ter mais aquele brilho.

Quando os sorrisos cessarem.

Vão sentir falta, vai se lamentar.

Vão se dar conta do tempo que perdeu.



Sentir remorso das indecisões.

Dos momentos que deixou de amar.

Os abraços que foram negados.

E da presença negligenciada.




As escolhas de hoje.

Definirão o seu amanhã.

As decisões do momento.

Refletirão lá no futuro.



Só vai entender quando as lágrimas.

Tomarem de assalto os sorrisos.

A felicidade se tornar um tormento.

Algo tão distante.



Precisamos dar valor.

Ao que realmente importa.

A família, os amigos, os sonhos.

Não deixar as palavras se calarem.



As luzes se apagarem.

O dia se findar.

O momento é hoje e agora.

Manter acesas as brasas.



As escolhas de hoje.

Definirão o seu amanhã.

As decisões do momento.

Refletirão lá no futuro.



Claudio Alves de Oliveira



segunda-feira, 14 de setembro de 2026

A HORA NONA (Música Sacra Autoral)


 MÚSICA AUTORAL: 


 
 

A HORA NONA


 


Como uma cena congelada.

Ele olhava à sua volta.

Sabia que seu momento chegaria.

Mas entendia que tudo era necessário.



Existia um propósito muito maior.

Além desta vida e deste plano.



Conforme conversou com seu Pai.

Na noite anterior, naquele jardim.


Se fosse possível, poderia ser evitado..

Mas, que estava disposto.

Preparado para ir até o fim.

E realizar a vontade do Pai.


Desde o momento que foi traído.

E entregue nas mãos de homens cruéis.



A humilhação foi grande.

A dor foi enorme e o desprezo ainda maior.



A reprovação daqueles que tanto amava.

Um de seus seguidores o vendeu e o traiu.

Outro O negou por três vezes.

Depois de carregar a pesada arma da sua execução.



Ainda flagelado por causa das chicotadas.

Dos açoites e da coroa de espinhos.

Que rasgava sua carne.

Ouviu o barulho do martelo.


E sentiu os cravos abrindo passagem na sua carne.

E se fixando no madeiro.

O ferro raspando no osso.

Uma dor insuportável.


Mas a esperança o mantinha vivo.



Pregado na cruz olhava para as pessoas.

Algumas choravam não acreditando.

E seus olhos procurava um certo homem.


Não estava ali, mas Ele o viu em outro lugar.

Chorando amargamente, arrependido.

Sem acreditar no que fizera.

Se perguntando: “o que eu fiz”.



Seus olhos ainda viam a reprovação.

No meio da multidão inflamada.

A satisfação nos olhos dos religiosos.

Mas via também a tristeza em muitos.



O momento da sua batalha se aproximava.

O inimigo verdadeiro não tinha espada.

Nem lança, nem armadura, nem exército.

A missão designada era vencer a morte.



Mas para lutar com ela.

Precisa perder a vida.

E Ele se sente abandonado.

PAI, PAI, por que me abandonaste.



Na hora nona Ele brada com grande voz.

E tudo termina nesse mundo.

Então começa uma batalha invisível.

Após três dias, Ele voltou.



Venceu a morte e apareceu para muitos.

Inclusive para aquele que o negara.

Alguns pensaram que terminou ali.

Lá no calvário, mas a verdade é que.

Estava apenas começando.

OH... AH... AMÉM!

(Claudio Alves de Oliveira)

segunda-feira, 7 de setembro de 2026

SEM VOLTA (Música Autoral)


 Música Autoral: 



SEM VOLTA








Pai, não vou conseguir voltar.


Mãe, acho que não volto mais.


Eu caí, não consigo mais levantar.


Não tenho forças, estou imóvel.



Ouço o barulho das sirenes.


Mas estão muito distantes.


Não vão chegar a tempo.


Mãe, acho que estou morrendo.




Pai, não consigo mais me mexer.


Tem muita gente a minha volta.


Mas ninguém teve coragem.


Apenas chamaram ajuda.



Queriam o meu celular.


Mas um deles atirou.


E duas vezes eu senti.


O aço me queimando.


Não pude mais sair do chão.



Eles tiraram a minha vida.



Mãe queria te olhar nos olhos.


E te pedi perdão, desculpas.


Por algo que fiz, se te magoei.


Mas sinto muito, que não vai dar.



Pai, me perdoa por não ser.


Aquele filho que você queria.


Não sou aquele que planejou.


Falhei muitas vezes, me desculpa.





Sinto que estou chegando ao fim.


Não consigo mais abrir os olhos.


Não movimento mais meu corpo.


Está tudo tão escuro, está frio.



Queriam o meu celular.


Mas um deles atirou.


E duas vezes eu senti.


O aço me queimando.


Não pude mais sair do chão.


Eles tiraram a minha vida.



Que pena não vou conseguir.


Se despedir de vocês.


Abraçá-los, beijar suas faces.


Nem dizer o quanto os amo.


Algo muito lindo.


Está acontecendo.


Mas, não sei explicar.


Parece que estou…



(Claudio Alves de Oliveira)