sexta-feira, 16 de outubro de 2026

ECOS DE SAUDADE (Música Autoral)


 MÚSICA AUTORAL: 

    

    

Ecos de saudade.

 


 


Pensei que não existia mais nada.

Se me justifiquei no tempo que passou.

Imaginei que não haveria mais lembranças.

E em meus sentimentos nada sucedia.



Que o passado já tinha esquecido.

Como um livro com uma página perdida.

Uma nuvem que se formou e o vento levou.

Ou a pétala de uma rosa, que se soltou.



Seguindo em frente.

Focando o futuro.

Mas o destino me leva.

Para onde nem imaginei.

Sem planejamento, apenas aconteceu.

E voltei a onde tudo começou.



Em um instante estava envolvido.

Um sentimento que estava oculto.

Que despertou da sua hibernação.

E logo as lembranças voltaram.



Senti uma dor que há muito não sentia.

Logo a solidão ficou muito envolvente.

E o coração bateu mais forte.

Sem explicação ali fiquei.



Tentei segurar as lágrimas.

Mas elas foram mais fortes.

E naquele lugar lamentei sua falta.

Implorei por tua companhia.



Como se pudesse ouvir de tão distante.

Fui atraído não sei de que forma.

Para o lugar de que já tinha esquecido.

Os ecos da saudade agora me afligem.



Seguindo em frente.

Focando o futuro.

Mas o destino me leva.

Para onde nem imaginei.

Sem planejamento, apenas aconteceu.

E voltei a onde tudo começou.



Magoam e ferem um coração já cansado.

Preciso sair daqui, voltar.

Os ecos estão cada vez mais fortes.

Tenho que ir, tentar viver novamente.


Antes que seja tragado pela saudade.

E as lembranças me façam prisioneiro.


Tenho que ir, tentar viver novamente.

Antes que seja tragado pela saudade...


Claudio Alves de Oliveira

Quando a poesia encontra a melodia... 🎵✨ É com muita alegria que partilho o resultado final de "Ecos de saudade", uma composição criada a partir do meu poema, agora transformada numa poderosa power ballad ao estilo clássico dos anos 80. Entre guitarras suaves, um dueto emocionante e o som nostálgico do assobio, a música dá voz exata ao sentimento de revisitar memórias e reencontrar o passado.



terça-feira, 13 de outubro de 2026

APROVEITE O AGORA (Música Autoral)


 MÚSICA AUTORAL:


   

APROVEITE O AGORA



Vídeo com legendas: Alemão, Árabe, Bengali, Cantonês, Chinês tradicional, Espanhol, Filipino, Francês, Hebraico, Holandês, Inglês, Italiano, Indonésio, Japonês, Malaio, polonês, Russo, Tailandês, Turco e Vietnamita.  

Em meus sentimentos.

Os mais profundos.

Talvez aqueles que não entendo.

Encontro-me sem expectativa.

Buscando alguma explicação.

Algo que seja esclarecedor.



Em meus sonhos tentando.

Encontrar uma saída.

Um novo caminho, ou recursos.

Nas meditações procurando uma solução.

Buscando em meio a dor.

Encontrar uma forma de alívio.




Nas lágrimas uma busca por empatia.

No silêncio algum ruído do coração.

No pulsar da alma.

Alguma esperança no futuro.

E nas palavras, motivos e razões.

E assim vou vivendo.



Acreditando e sempre caminhando.

Agora sem pressa, sem correria.

Os dias vão passar um a um.

O que passou não volta.

E o que virá pelo caminho.

Não podemos mudar.



Entendemos a vida do nosso jeito.

Da nossa maneira, particularidades.





Muitas vezes nos enganamos.

Buscando a luz onde não há trevas.

Tentando sair da escuridão abraçando-a.

Atitudes de quem não tem iniciativa.

Acreditando que um boato seja verdade.

Ninguém pode mudar um fato.



Aprendi a andar com os pés no chão.

E não voar com a asa emprestada.

Seguindo um antigo conselho.

Jamais se deixe enganar.

Não permita que alguém te engane.

A vida é o agora, o hoje, aproveite.



Entendemos a vida do nosso jeito.

Da nossa maneira, particularidades.


Claudio Alves de Oliveira

A vida não espera, ela acontece agora.
Transformei em poesia e música um reflexo sobre o tempo, a resiliência e a importância de viver o presente sem pressa, mas com o coração atento.
Aperte o play, ouça os acordes que embalam esta jornada e aproveite o dia de hoje!
 

sexta-feira, 9 de outubro de 2026

UM DIA ACONTECE (Música Autoral)


 MÚSICA AUTORAL: 


 

  

UM DIA ACONTECE



Vídeos com legendas:  Alemão, Árabe, Bengali,Cantonês, Chinês, Espanhol, Filipino, Francês, Holandês, Indonésio, Italiano, Inglês, Malaio, Turco, Vietnamita.


Um dia tudo se encerra.

Para nós.

Tudo termina, tudo se finda.

Os sonhos incompletos.

Vão permanecer.

Projetos não terminados.

Ficarão sem conclusão.



Nesse dia, nada mais se renova.

As pontas soltas vão continuar.

Não haverá mais tempo..

Para se retratar, se arrepender.

Pedir perdão ou perdoar.

Não existirá mais volta.



A rodovia da vida termina.

Os retornos acabaram.

Nenhuma possibilidade de voltar.

Quem pode controlar o tempo?

Ou revogar o dia da sua partida.



Ou quem poderá sancionar o dia da despedida.

Para alguém a estrada foi longa.

Para outras pessoas foi curta.

Mas ninguém prolongou seus dias.

Um dia tudo termina.

Tudo para, tudo se finda.



Seremos transformados em saudade.

E lembranças aos que, aqui ficaram.

O nosso nome ficará escrito.

No livro da saudade.

Nas páginas das boas lembranças.



Precisamos construir a nossa história.

Em cima de um legado, exemplos de vida.

No caráter e da dignidade.

Fazendo sempre o bem.

E exercitando no amor ao próximo.



Que os nossos feitos, um dia.

Depois de tudo, possa ser usados.

Como postura, um caminho nas pedras.

Uma luz na escuridão.

Ou alguma citação.



Um dia vai acontecer.

Tudo se encerra e tudo termina.

O livro da nossa jornada.

Vai se fechar para sempre.

Quando a última página, for escrita.



Claudio Alves de Oliveira


In memmoriam Dito Antônio



segunda-feira, 28 de setembro de 2026

DE FILHO PARA PAI (Mùsica Autoral)


 MÚSICA AUTORAL: 


 
 

DE FILHO PARA O PAI

 

Obs: vídeo com legendas: Alemão, Árabe, Bengali, Cantonês, Chinês, Espanhol, Filipino, Francês, Holandês, Inglês, Indonésio, Japonês, Russo, Tailandês, Vietnamita, Malaio Cingapura, Turco.
 


Essa é uma conversa.

De filho para Pai.

Sei que está bem.

Não vou perguntar.

É óbvio que está.

Não faz o mínimo sentido.



Hoje eu quero expressar minha gratidão.

Já se passaram muitos anos.

O tempo deixa suas marcas.

Mas agradeço também por isso.

Por ter vivido até aqui.

Momentos alegres e horas de dor.



Dias amargos e etapas difíceis.

Momentos sem saída, portas fechadas.

Mas Pai, gratidão por tudo.

Pelos momentos tão significativos.

Por horas tão alegres.

Por ocasiões, que tive a sensação.

De que não estava na terra.



Aqueles que falando por metáfora.

Dava para sentir o calor do teu rosto.

A Tua presença tão sublime.

Invadindo aquele lugar.

Algo que não dá pra descrever com palavras.

Somente sentimos na nossa alma.



Salomão tinha razão

Existe um tempo determinado.

Para todos os acontecimentos.

Cada qual no seu momento apropriado.

Eu creio que Tu determinas.

Cada dia e hora em nossa jornada.



Só imploro, oh Pai.

Que não canse das minhas lamentações.

Ainda que eu seja desprezível.

Não me olhes com teu furor.

Nem esconda de mim a tua face.

Nem fadigue com meus pedidos de perdão.



Não se canse do meu pedido.

De perdão e piedade todos os dias.

Pai gratidão por esse momento.

Por essa ocasião, pela inspiração.

E por mais essa poesia.



Preciso de Ti Pai, necessito.

Da Tua compaixão, do Teu perdão.

Pois continuamente eu erro.

Falho todos os dias.

Deslizo a todo momento.

Imploro por benevolência.



Porque Pai existem erros.

Dos quais eu não tenho ciência.

Há aqueles que são do momento.

Algumas situações nos leva a errar.

Mas também aqueles que o fazemos consciente.



Não se canse do meu pedido.

De perdão e piedade todos os dias.

Pai gratidão por esse momento.

Por essa ocasião, pela inspiração.

E por mais essa poesia.



Claudio Alves de Oliveira

domingo, 27 de setembro de 2026

POESIA (Música Autoral)


 MÚSICA AUTORAL:


 
 

POESIA


Obs: vídeo com legendas: Alemão, Árabe, Bengali, Cantonês, Chinês, Espanhol, Filipino, Francês, Holandês, Inglês, Indonésio, Japonês, Russo, Tailandês, Vietnamita, Malaio Cingapura, Turco.

A poesia ratifica o sentimento.

E a inspiração do poeta.

A sabedoria exala o doce.

Perfume do conhecimento.

A aurora revela um novo dia.



A linda e comovente canção.

Comprova a inspiração do compositor.

A melodia suave expressa.

O mais nobre sentimento da alma.



As palavras que expressam sentimentos.

As letras que revelam o conhecimento.

As frases com sua profundidade.

Que causam tanto impacto.

Assim é a poesia.



No jardim a linda flor exala seu perfume.

Mas também exibem os seus espinhos.

Atraem, abelhas, beija-flores e borboletas.

E os olhares daqueles que se inspiram.

Na sua suavidade fascinante.


O ontem que expressa saudade e lembrança.

O hoje que nos dá oportunidade e motivação.

O agora nos leva a tomar uma decisão.

O momento que se manifesta com motivos e razões.



As palavras que expressam sentimentos.

As letras que revelam o conhecimento.

As frases com sua profundidade.

Que causam tanto impacto.

Assim é a poesia.





O tempo que é tão cruel.

Não dá uma trégua.

As lembranças expressam a dor saudade.

O regresso que evidencia um recomeço.

O retorno que manifesta, o arrependimento.



O sorriso na face revela um coração feliz.

Ou pode esconder uma alma dilacerada.

As lágrimas que exprimem a dor.

Mas também interpretam a felicidade.



As palavras que expressam sentimentos.

As letras que revelam o conhecimento.

As frases com sua profundidade.

Que causam tanto impacto.

Assim é a poesia.



O fim da vida causa um vazio.

Deixamos uma lacuna.

Que nunca será preenchida.

Viramos saudade e lembranças.

Algo distante lá do passado.



A poesia se eterniza.

Já os poetas um dia se vão.

As palavras permanecem.

E os escritores se retiram.



Assim é a poesia.

 

(Claudio Alves de Oliveira)


 

segunda-feira, 21 de setembro de 2026

COISAS QUE IMPORTAM (Música Autoral)


 MÚSICA AUTORAL:


 
 

COISAS QUE IMPORTAM


As coisas que realmente importam.

São aquelas que nos fazem bem.

Autoestima, sonhos, conquistas.

Projeção para o futuro.




As amizades recheadas de sinceridade.

Aquelas sem interesses.

Sempre em prol do bem de todos.

São as atitudes que as definem.



Aquelas amizades que importam.

Algumas pessoas só perceberão isso.

Quando o lugar estiver vago.

Não ouvir mais aquela voz.



Não ter mais aquele brilho.

Quando os sorrisos cessarem.

Vão sentir falta, vai se lamentar.

Vão se dar conta do tempo que perdeu.



Sentir remorso das indecisões.

Dos momentos que deixou de amar.

Os abraços que foram negados.

E da presença negligenciada.




As escolhas de hoje.

Definirão o seu amanhã.

As decisões do momento.

Refletirão lá no futuro.



Só vai entender quando as lágrimas.

Tomarem de assalto os sorrisos.

A felicidade se tornar um tormento.

Algo tão distante.



Precisamos dar valor.

Ao que realmente importa.

A família, os amigos, os sonhos.

Não deixar as palavras se calarem.



As luzes se apagarem.

O dia se findar.

O momento é hoje e agora.

Manter acesas as brasas.



As escolhas de hoje.

Definirão o seu amanhã.

As decisões do momento.

Refletirão lá no futuro.



Claudio Alves de Oliveira



segunda-feira, 14 de setembro de 2026

A HORA NONA (Música Sacra Autoral)


 MÚSICA AUTORAL: 


 
 

A HORA NONA


 


Como uma cena congelada.

Ele olhava à sua volta.

Sabia que seu momento chegaria.

Mas entendia que tudo era necessário.



Existia um propósito muito maior.

Além desta vida e deste plano.



Conforme conversou com seu Pai.

Na noite anterior, naquele jardim.


Se fosse possível, poderia ser evitado..

Mas, que estava disposto.

Preparado para ir até o fim.

E realizar a vontade do Pai.


Desde o momento que foi traído.

E entregue nas mãos de homens cruéis.



A humilhação foi grande.

A dor foi enorme e o desprezo ainda maior.



A reprovação daqueles que tanto amava.

Um de seus seguidores o vendeu e o traiu.

Outro O negou por três vezes.

Depois de carregar a pesada arma da sua execução.



Ainda flagelado por causa das chicotadas.

Dos açoites e da coroa de espinhos.

Que rasgava sua carne.

Ouviu o barulho do martelo.


E sentiu os cravos abrindo passagem na sua carne.

E se fixando no madeiro.

O ferro raspando no osso.

Uma dor insuportável.


Mas a esperança o mantinha vivo.



Pregado na cruz olhava para as pessoas.

Algumas choravam não acreditando.

E seus olhos procurava um certo homem.


Não estava ali, mas Ele o viu em outro lugar.

Chorando amargamente, arrependido.

Sem acreditar no que fizera.

Se perguntando: “o que eu fiz”.



Seus olhos ainda viam a reprovação.

No meio da multidão inflamada.

A satisfação nos olhos dos religiosos.

Mas via também a tristeza em muitos.



O momento da sua batalha se aproximava.

O inimigo verdadeiro não tinha espada.

Nem lança, nem armadura, nem exército.

A missão designada era vencer a morte.



Mas para lutar com ela.

Precisa perder a vida.

E Ele se sente abandonado.

PAI, PAI, por que me abandonaste.



Na hora nona Ele brada com grande voz.

E tudo termina nesse mundo.

Então começa uma batalha invisível.

Após três dias, Ele voltou.



Venceu a morte e apareceu para muitos.

Inclusive para aquele que o negara.

Alguns pensaram que terminou ali.

Lá no calvário, mas a verdade é que.

Estava apenas começando.

OH... AH... AMÉM!

(Claudio Alves de Oliveira)