A TRAVE DO OLHO
Alguém no passado falou de algo que deveríamos evitar, suas palavras muito sábias falava de julgamento.
Não julguei para que não sejais julgado, porque com a mesma medida que julgais, será julgado, na verdade isso era um convite para fugirmos da hipocrisia, a dualidade humana, a nossa flexibilidade olhando com outro ângulo, nos leva a conclusão.
Que deve ter ouvido ou visto muitas vezes, que a nossa caminhada tem altos e baixos, como a frequência de eletrocardiograma, hoje estamos fortes, mas amanhã poderemos estar fracos.
Podemos ver alguém hoje em fraqueza precisando de cuidados de atenção e o que fazemos, a julgamos, mas amanhã pode ser o contrário, pode ser que nós estejamos em fraqueza, as vezes errados e ai o julgamento é outro, não admitimos que alguém nos julgue, estamos sendo hipócritas nesse momento.
Por isso o conselho era esse, não julgueis para que não sejais julgados, antes de olhar para alguém para o condenar, o conselho era que olhássemos para nós mesmo, tira primeiro a trave que está no teu olho, essa reflexão se aprofunda nesse aspecto, ela para aqui nesse ponto.
A trave do olho é como um tampão, que nos impede de termos uma visão ampla, coerente, com cores vibrante e verdadeiras.
Pare de enxergar honestidade em quem comete improbidade.
Gratidão em nunca demonstrou afeição em suas ações.
Pare de enxergar o amor onde se destila o ódio.
Não vai ver pureza nas pessoas que comentem torpeza.
Pare de honrar quem só comete vigarices.
Isentar da justiça aqueles que praticaram arbitrariedade.
Fechar os olhos para os fatos do passado.
Ignorar o que ocorre de errado no presente.
Pare de ver na incoerência, uma conformidade.
Deixe de enxergar nos boatos e falácias, fatos.
Pare de ver nas mentiras, alguma verdade, não existirá.
Nunca existiu, e jamais vai acontecer, são coisas opostas.
Quando a ordem nascer do caos, significa o fim da liberdade.
Pare de ver nos injustos, algum critério.
Pare de ver nos corruptos, alguma coisa que lembre honestidade.
Pare de ver neles, amor ao povo, eles amam a si mesmo.
Deixe de enxergar no avarento, generosidade.
Para de enxergar no fraudulento, integridade.
E naqueles que se vendem, algum caráter.
Pare de enxergar no falso, a decência.
Para de ver no mentiroso, fidelidade.
Para de ver nas falsas promessas, sinceridade.
Pare de ver na hipocrisia, franqueza.
Não se comprometa com quem não cumpre, simples requisitos.
Nem deixe se guiar por aquele que não tem a visão.
A semente não germina se não for semeada.
A montanha não se move do seu lugar sem ocorrência geológica, ou a fé.
Em quem não possui a fé, não ocorre milagres.
E aquele que nunca semeou, também não terá o que colher.
Esses itens são apenas alguns que impedem a nossa visão, omo disse o próprio SENHOR JESUS, a trave do olho, aquilo que nos atrapalha de enxergar nossos semelhantes, como a nós mesmo.
Estamos sujeitos a errar, a falhar, mas munidos do amor verdadeiro seremos compreensivos, assim quando ocorrer conosco, gostaríamos da compreensão.
Mas se queremos colher o bem precisamos semear a amor primeiro.
Se não queremos colher a guerra precisamos plantar e cultivar a paz.
Quem julga o seu semelhante, também o condena e por fim acaba executando, isso foi um tempo que ficou no passado quando a letra matava, o tempo em que esses conselhos foi dado a respeito de julgar, era um período de transição.
A letra da lei perdia suas forças dando lugar ao tempo da Graça do FILHO DE DEUS, período o qual nós atualmente vivemos.
(Claudio Alves de Oliveira)
A trave do olho
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Conclusão:
A jornada para retirar a trave do olho é um processo contínuo de clareza e despertar. À medida que abandonamos a visão turva da hipocrisia e do julgamento, passamos a enxergar a realidade com a nitidez necessária para discernir entre a mentira e a verdade. No entanto, essa visão nítida só se torna plena quando compreendemos que somos os semeadores da nossa própria caminhada. Não basta apenas enxergar o caminho; é preciso escolher as sementes corretas. Se desejamos colher um futuro de paz, justiça e compreensão, devemos primeiro ter a coragem de plantar o amor e a verdade hoje, vivendo plenamente o tempo da Graça que nos foi concedido.











