Quem
somos? Na realidade, quem somos de fato eu e você? No geral, no
amplo, somos seres humanos. Não acredito em evolução, que somos
descendente dos primatas. Ou somos a evolução dos macacos,
golfinhos e dinossauro.
Somos
humanos, aspectos diferentes, nenhum. A não ser aqueles que tem
anomalia, por exemplo, dedos a mais. Mas isso não o torna evoluído,
ou diferente dos demais. Mas em suma, ninguém consegue ultrapassar
os limites.
Nenhum
ser humano tem o poder de voar, por exemplo, não temos asas.
Ninguém
consegue viver no profundo dos mares, nem com equipamento
conseguimos. Em órbita, só equipado e olhe lá, somos bem
parecidos. Idênticos, em suma, os aspectos que nos diferem um do
outro. Pode ser o conhecimento, o cientista estudou mais que o
pedreiro.
O
astrofísico se dedicou ao conhecimento, e sabe muito mais que uma
pessoa que trabalha na limpeza predial. Mas o aspecto humano são
encontrados em ambos. Nem o que estudou mais e o que se dedicou
menos, diferem em competências, mas ambos são iguais.
Uma
doença, por exemplo, vai afetar os dois. E o fim da vida é
determinante em todos. Ou conhece alguém entre nós que não morreu.
Que
vive há pelo menos 200 anos? Não tem. Somos diferentes no caráter,
no conhecimento. Nos costumes e tradições, religião, gosto
musical. Na postura, na nacionalidade ou até mesmo na etnia.
Agora
no ponto, um ser é mais evoluído que o outro. Não vai encontrar
onde quer que for, um homem ou mulher. Com poderes, ou com fogo nos
olhos, ou que sobe paredes. Na verdade, o que somos, seres bem
vulneráveis. Pessoas que se magoam com elogios.
Como
a pessoa ou o indivíduo, conseguisse se machucar com uma rosa.
Alguns são valentes demais, até aparecer outro mais valente.
Os
aspectos dos seres humanos são muito diferentes. E suas posturas, na
visão dessa reflexão, excêntricas. Outras fantasiosas, e, porque não, hipócritas.
Pois
tem aqueles que só pensam em si. Muito comum numa classe de
pessoas que deveriam se preocupar com os demais. Foram colocados ali
para essa finalidade. Mas, quando assumem seus cargos, governam para
si.
Essa
é uma pequena visão dos seres humanos. Agora vamos entrar no
verdadeiro objetivo dessas palavras. Somos frágeis, muitas vezes
incapazes, dependendo da situação.
Tem
momentos que nos leva ao extremo. Sem reações, como se estivéssemos
em coma. São etapas da vida que nos derrubam.
Perdemos
o nosso foco, ficamos sem reação. Chega em nossos caminhos
situações, que não esperávamos. Talvez o que mais temíamos, algo
fora do contexto. Algo que não programamos, que não estávamos
preparados.
É
inevitável, e de repete nosso mundo se transforma. Os amigos não
aparecem mais, não oferecem ajuda. A dura realidade nos mostra que
estamos só. Ouviu falar no fundo do poço, pois é, lá só cabe uma
pessoa.
Em
outras palavras, é como se fossemos divididos. Retalhados e nossos
pedaços espalhados. Após assimilarmos as nossas condições.
Haverá um tempo para lamentação, e justificativas.
Mas
depois, não importa o quão fundo estamos, o quanto estamos
distantes. Precisamos voltar, ter a nossa vida de volta. É preciso
lutar, buscar recursos, obter forças.
Juntar
nossos pedaços, se reconstruir de novo. Aceitar as mãos estendidas,
oferecendo apoio. Um grão de arroz pode virar a balança, mas pode
nos alimentar por um dia. É buscar forças onde não tem, mas um
grão de arroz, com a fé, vira um banquete.
Parece
impossível, que um único grão possa matar a fome.
Pode
ser de forma simbólica que se entenda isso, ou pejorativa. Mas, se
você andar pelas ruas vai se deparar com isso.
Entenda
que isso é um caminho de volta, que precisa do que está disponível.
Nos
sorrisos que encontrar pelo caminho, se alimente de esperança. Nas
atitudes de semelhantes, encontre a gentileza.
No
falar daqueles que se importam, encontre motivação. Ignore os que
odeiam e oprimem, não tem nada a oferecer. Os que ofendem e julgam,
condenam, isso não te serve.
As
críticas e acusações, use com escada, pise em cima, faça de
degraus. No meio da floresta existem frutos venenosos, mas os
pássaros procuram o bom fruto. Precisamos aprimorar nossas escolhas.
Precisa
juntar seus pedaços, o que sobrou de você. Evite a peçonha dos
venenosos, a ganância dos ambiciosos. É preciso olhar para as
matas e veja o verde exuberante.
Olhar
para os rios e enxergar a sua essência. Apreciar a flor, o seu
cheiro e os espinhos como proteção. Sua beleza que atraem as
borboletas, os beija-flores.
As
abelhas no seu ato de somente ajudar a humanidade. Nas aves voando,
se alegrando, enaltecendo seu CRIADOR.
Nos
raios do sol penetrando pela copa das árvores, até tocar o chão.
Na luz do luar que ilumina a escuridão da noite.
Nas
gotas de orvalho anunciando que o dia vai se iniciar. Ou na chuva que
encharca a terra, fazendo as sementes germinarem.
Quando
tudo isso fizer sentido para você, vai se sentir completo novamente.
Como uma planta que estava secando, mas a seiva está viva.
Percorrendo
o caule, a raiz, as folhas, o tronco, os galhos.
E
uma folhinha verde insiste em sair, e outras a seguem.
E
com o tempo logo estará verde novo, dando fruto.
O
ser humano está conectado a DEUS através da alma.
Respondendo
a primeira questão dessa reflexão.
Quem
somos de fato? Uma planta com raízes profunda.
Que
precisa de água, de carinho, do ar, da chuva.
Do
sol e da lua, precisamos de atenção de cuidados.
A
nossa seiva está ligada aos Céus.
Somos
a imagem e a semelhança de quem nos criou e formou.
Antes
que faça questionamentos, DEUS nos deu o direito da escolha.
As
decisões cabem a nós, tudo isso que foi descrito nessa reflexão.
Ou
situações parecidas como essa, pode ser uma escolha nossa.