quarta-feira, 1 de julho de 2026

ETERNIZADOS OU ESQUECIDOS (Música Autoral)


 MÚSICA AUTORAL: 

In memoriam Irmã Cidinha 

 
 

ETERNIZADOS OU ESQUECIDOS


 


O dia mais amargo da vida.

Deve ser o dia da despedida.

O ambiente se torna triste.

Corações dilacerados se entreolham.


A dificuldade de assimilar, aceitar.

Que alguém se foi, deixou este lugar.

O seu lar. Para nunca mais voltar.

Nem teve tempo para despedidas.



A vida assim: nos reserva a dor.

Momentos alegres e horas felizes.

A alegria com a nossa chegada.

E a triste dor da nossa partida.




Nossa despedida em silêncio.

Nas mais aterrorizante das dores.

Um caminho sem retorno e volta.

Que trilhamos sem direito a escolha.



A vida é assim tem um começo.

O meio e o fim da jornada.

Deixamos um vazio, um lugar vago.

E nos tornamos apenas lembranças.



Um adeus sem resposta.

As palavras se calam.

Os sorrisos se findam.

Não controlamos as lágrimas.



A vida assim, nos reserva a dor.

Momentos alegres e horas felizes.

A alegria com a nossa chegada.

E a triste dor da nossa partida.



Todos nós seremos saudades.

Lembranças de uma vida.

Eternizados ou esquecidos.

Na linha do tempo.


(Claudio Alves de Oliveira)