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domingo, 21 de dezembro de 2025

TODA AÇÃO GERA UMA REAÇÃO


 

TODA A AÇÃO GERA UMA REAÇÃO


Nós, pessoas simples, somos de certa forma tão sensíveis, em certos momentos fortes, tão flexíveis entre o bem e o mal, tem dias que navegamos nas tormentas do ódio, ou num deserto de murmuração, mas podemos quase que simultaneamente, estar sentando em uma montanha de paz e cercado de felicidade.

Tudo depende de um fator, podemos estar em perfeita harmonia com nossos semelhantes, a natureza e até os Céus, mas podemos ocasionalmente com uma pequena ação promover o efeito dominó, só precisa empurrar uma peça que tudo em volta desmorona, tem momentos que estamos assim, seja uma palavra ou um ato.

Precisamos compreender que nem todos os fatos justificas nossas ações, a nossa transformação momentânea, o momento da ira, do furor ou do descontrole, e tem uma ressalva, pode até ser que nosso patamar fosse outro, mas por algo bem simples, explodimos nos tornamos muito forte, mas tão baixo ao mesmo tempo, dominado pelo ódio, perdemos até a identidade de ser humano.



Antes do mal já feito, quem dera pudéssemos nos questionar se era necessário ser tão cruel, tão duro dessa forma, quando outro ser humano diante de nós, não conseguir conter as lágrimas que elas sejam de alegria, existem momentos que são inevitáveis, uma separação por causo do luto, tragédias, comoção, mas que jamais sejam por causa da humilhação, do desprezo, da arrogância ou da ganância.

A verdade é que não temos ideia do estrago, da destruição que causamos por causa de uma simples ação, seja um ato, uma palavra, um gesto, se perceber nos olhos daquele que está diante de nós as lágrimas começarem a forçar para sair, esse é o momento que ser valente, ser forte e não permitir que saiam, o ato do guerreiro mais apreciado por todos é quando foge da sua natureza.

Tentem imaginar um lutador, um boxeador, por exemplo, dentro do ringue ele precisa ser forte e derrubar seu oponente, ele é aplaudido quando isso ocorre, mas quando depois de derrubar seu oponente ele vai ajudar aquele que por causa da profissão até o machucou, os aplausos são diferentes, a repercussão é outra.

Numa maratona, um corredor africano era o primeiro colocado, mas errou o caminho, o segundo colocado um espanhol passou por ele, viu a situação, o ajudou a voltar a prova e deixou ele terminar em primeiro, quando questionaram porque não venceu a prova, ele era o primeiro seria justo, o erro não foi dele o corredor da África que confundiu com o percurso, o espanhol respondeu, que honra eu teria.

Usei esses exemplos bem humanos, um fato não justifica as nossas ações, principalmente quando elas são destrutivas.

Se for magoar alguém, tente a reconciliação.

Se for afligir, conforte primeiro.

Se for humilhar, antes de mais nada considere.

Se for se denegrir, opte por exaltar.

Se for declarar guerra, tente um acordo de paz.

Se for criticar, elogie antes.

Se for espancar, abrace primeiro.

Se for gritar, experimente o silêncio.

Se for destruir, tente juntar os pedaços antes.

Se for destilar o ódio, saboreie o afeto.

Se for para vencer sem honra, deixe de lado a vitória.

Se for coroado sem mérito, não aceite.

Se for injustiçar, seja prudente, aprecie a justiça.

Se for incapaz de ser justo, busque ser criterioso.

O preço da paz pode ser áspero, um cálice amargo.

Um caminho muito espinhoso e cruel.

Mas o preço da guerra é a destruição, a desolação.

O caminho de uma glória momentânea.

Antes de pôr tudo a perder, precisamos nos perguntar antes, se vale a pena mesmo, perdemos o controle e empurrar aquela peça, que derrubará todas as outras.

Nunca é tarde para o perdão, nem para o arrependimento, para aqueles que desejam uma retratação, mas para os que rejeitam o perdão ofertado, nada mais resta.

A questão agora é essa, qual a razão de nós deixarmos ser tomados pela ira, por tão pouco, tentemos buscar uma justificativa, uma razão para isso.

Como algo tão insignificante é capaz de nos transformar num ser que dominado pelo ódio, magoa seu semelhante sem nenhum remorso, e muitas vezes deixando de lado a gratidão.

Feliz é aquele que renuncia a si mesmo, encontra um tempo para reparar seus estragos, corrigir seus erros, perdoar quem tiver que perdoar, pedir perdão da mesma forma, pedir desculpas até se libertar do remorso, muitos não encontram esse caminho, ou preferem carregar consigo na sua partida.

Essa última viagem nossa não podemos levar bagagem e o remorso, a mágoa, o ego inchado, problemas mal resolvidos são malas gigantes que a alfândega rumo a eternidade não vai aceitar, vai manchar o passaporte.

Nós seres humanos tão melindrosos, escalamos uma montanha e perto do topo, por um descuido, caímos e precisamos recomeçar a escalada.

Tão próxima da vitória tão sonhada, erramos o caminho, mas em nossos caminhos sempre haverá os dois lados, os que se importam, e os que não estão nem aí, poderíamos colocar de muitas maneiras, mas creio já entendeu.

Nossa jornada é assim, nem sempre vamos encontrar flores pelo caminho, haverá espinhos, escorpiões e deserto, alguém vai ajudar, mas outros vão atrapalhar, terão aqueles que sentirá alegria com nossas conquistas, mas tem outros que a inveja falará mais alto, tem aqueles que choram ou se alegram juntos, mas sempre aqueles que não se comovem encontra justificativas quando estamos em aflição, acusando de qualquer coisa para satisfazer seu ego.

Concluímos que nossa jornada é melindrosa também, podemos estar em ascensão, mas podemos cair, podemos viver na mais pura paz, mas uma coisa simples transforma essa paz em guerra, vivemos entre o bem e o mal, dentro de um limite pisamos às vezes na linha do mal, devemos ser consciente sabendo que temos que voltar para a linha do bem.

As coisas boas que quero realizar não consigo, mas as más que não quero fazer, parece que as faço a todo momento.

Muito grato pela sua atenção, não esquece de deixar a sua opinião, compartilhe, DEUS abençoe o seu dia, o seu momento, o seu agora.

(Claudio Alves de Oliveira)

Toda ação gera uma reação


sábado, 15 de novembro de 2025

ALGO A MAIS


 

ALGO A MAIS


O que nos engrandece como seres humanos é o que fazemos aos demais.

E o que nos reprova é o que deixamos de realizar, estando ciente, da situação.

O que fazemos a nós mesmo não tem repercussão.

Não brilha na escuridão e nem resplandece nas trevas.

Não que isso não tenha nenhum valor, tem um valor, mas pessoal.

Fazer o bem só a nós mesmos, não faz muito sentido, mas quando fazemos ao nosso semelhante, ainda que seja em sigilo, em oculto.



Isso tem um grande valor, diante dos homens e o mais importante diante dos Céus, porque nada fica oculto diante de DEUS.

Sim, podemos e devemos fazer o bem a nós mesmo, podemos evitar o vício, se desviar do mal, conviver em paz, todavia, se queremos algo a mais, se desejamos algo como a perfeição.

Então precisamos ser diferentes dos demais, se antecipar nas ações, nas boas ações, não permita que ninguém o faça antes, se antecipe. Parece simples, mas não é assim tão fácil de compreender.

Assimilar tudo isso é preciso de muita luz, viver pelos demais, por essa razão admiro muito a minha esposa, ela entendeu isso, tem ocasiões que deixa de fazer para si, e faz para outros, é família, mas não importa, é o próximo, que não existe alguém determinado, não pode ser da família, por exemplo, esse próximo pode estar muito mais próximo do que podemos imaginar.

Faça o bem não importa a quem, sem nenhum interesse, sem esperar nada em troca, tem que ser diferente, os mestres atuais, os líderes religiosos transformaram esse princípio, muitos ensinam as massas a fazerem o bem, mas com um olhar diferente de receber em troca alguma coisa a mais, uma espécie de investimento.

Estimula a cobiça nos mais simples, aquela ação que deveria ser algo íntimo do doador, conforme está escrito, quando for doar as suas esmolas, que a mão esquerda não veja o que a direita está fazendo, ensinando o inverso disso, expondo as pessoas, com o pretexto do uso da fé.

A regulamentação é essa, aquilo que fizermos em oculto, seremos publicamente recompensados, não quer dizer somos proibidos de fazermos nossas doações publicamente, é atitude louvável, mas se quisermos ser diferentes, o algo a mais, esse não é o caminho.

Não precisa inventar, só fazer o que foi pedido, simples assim nada, além disso, um dia o Grande Mestre disse algo assim: Porque tive fome, e destes-me de comer; tive sede, e destes-me de beber; era estrangeiro, e hospedastes-me;

Estava nu, e vestistes-me; adoeci, e visitastes-me; estive na prisão, e foste me ver.

Mateus 25:35,36

Quem ouviu isso indagou, porque nunca O viram dessa forma, e a resposta foi muito interessante, quando fizeste a um desses pequeninos a Mim o fizeste, pequenino significa um necessitado, quem não tem condições de se vestir, se alimentar, a passagem é muito clara não é preciso de muita explicação, pessoalmente eu coloquei essa passagem como o dizimo do Senhor Jesus, os 10% tão debatido e defendido, o dizimo do Novo Testamento é esse se fizer 10% disso está ótimo, mas sempre podemos melhorar e chegar os 100%.

Falamos do caminho da perfeição, quando fazemos a alguém que precisa, que necessita de coração e de alma, sem a ambição de querer algo em troca, sem que a mão esquerda enxergue o que a direita está fazendo, simplesmente colocamos o SENHOR JESUS no meio dessa ação, que vai receber como se estivéssemos fazendo para Ele.

O que nos engrandece como seres humanos é o que fazemos aos nossos semelhantes, sem câmeras, sem público, sem editorial, com o foco em só fazer o bem, dar o nosso melhor, repartir, apenas o expressar o verdadeiro amor.

Pode estar certo que de alguma forma será recompensado, a sua ou a nossa bondade repercutirá além do que possamos imaginar, não estaremos mais aqui, mas nosso nome ou a nossa ação ainda será lembrada, servirá de exemplos a muitos.

Termino essa reflexão dessa forma, temos diante de nós algumas escolhas, como Paulo pregava em suas cartas, sempre apresentava duas opções, o caminho certo, e o excelente, se prestarmos a atenção principalmente quando falava de doutrinas, ele apresentava o bom e o perfeito, estimulando a nós o algo a mais.

Como a pessoa que terminou a faculdade, por exemplo, de medicina, já tem algo sublime, apesar disso ela sente a necessidade de algo a mais, uma pós-graduação, e um doutorado, um mestrado, ou PhD, só com a faculdade já teria uma profissão, mas a necessidade de se aperfeiçoar a levou ir além.

Agradeço mais uma vez sua atenção, sua presença, seu comentário.

DEUS abençoe você, a sua casa e sua família.

(Claudio Alves de Oliveira)

Algo a mais


*Só o topo é pouco, precisamos ir muito além.

terça-feira, 12 de agosto de 2025

ENTENDA


 


Neste vídeo, explore uma profunda reflexão sobre compreensão, tolerância e a complexidade das relações humanas. Será que realmente esperamos ser compreendidos ou apenas tolerados? O autor nos convida a entender que a verdadeira perfeição está em semear compreensão, mesmo que não sejamos compreendidos em troca. Descubra como atitudes simples como um “como vai?” sincero podem emocionar e transformar nosso dia. Uma mensagem poderosa sobre empatia, perdão e a importância de entender a nós mesmos para melhor lidar com o outro. Não perca essa reflexão que vai mexer com o seu coração! Curtiu? Compartilhe com quem precisa dessa mensagem!

*Repostagem de textos antigos com a interação de vídeo, aqui coloquei duas versões aproveitando as imagens geradas, pode ser assistido aqui mesmo ou no youtube.*

ENTENDA


Um dos nossos maiores equívocos é esperar que alguém vá nos compreender, tem casos que as pessoas acabam se expressando até em redes sociais esperando por algo assim, ser compreendido, eu entro na conversa e sempre digo isso “bem-vindo ao planeta terra”.