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sexta-feira, 26 de junho de 2026

ME DEIXE SONHAR (Música Autoral)




 MÚSICA AUTORAL: Link para o vídeo no YouTube.


 

  

ME DEIXE SONHAR


Se foi sonho: não quero acordar.

Se não foi real, quero viver.

Um momento tão lindo.

Vai ser inconfundível.

Se ocorreu no passado.

Confesso foi sensacional.




O lamentável é que o ontem não volta.

Se tudo foi um sonho, por que acordei?

Se não era real, por que ficou a sensação?

Foi meu inconsciente que se equivocou?



Ou os meus sentimentos me traíram.

Se nada aconteceu, por que as marcas?

Se não existiu nada.

Qual a razão dessas cicatrizes?

Se não resta mais nada.

Qual o sentido da espera?



O caminho deve ter ficado para trás.

Se isso é um sonho somente.

Não me acorde.

Deixe-me sonhar.

Parece ser tão real.



O lamentável é que o ontem não volta.

Se tudo foi um sonho, por que acordei?

Se não era real, por que ficou a sensação?

Foi meu inconsciente que se equivocou?



Pareço perdido e sem rumo.

Procurando pôr respostas.

Encontrando mais dúvidas.

Chego a conclusão.

Que foi um sonho.

Não era real.



Não me acorde.

Deixe-me sonhar.



Claudio Alves de Oliveira

terça-feira, 12 de maio de 2026

NOS CAMINHOS DA SAUDADE (Música Autoral)


Música Autoral:



Ficha Técnica do Lançamento

NOS CAMINHOS DA SAUDADE


Andando no caminho da saudade.

Numa tentativa de esquecer o que passou.

Ah! Se eu pudesse voltar no passado.

Faria tudo diferente.


Nas trilhas da solidão.

Procuro uma forma de olvidar.

Ah! Se eu pudesse encontrar.

Razões e motivos para esquecer.


Imaginei-me caminhando para o futuro.

Mas, agora me surpreendo.

Ah! Estou voltando ao passado.

E o presente me devora.


Entre as pedras, os espinhos.

Reencontro as árvores.

Ah! Que o seu balanço.

Enche-me o peito de saudade.


Logo o vento, me faz lembrar.

Como uma canção que se eterniza.

Ah! Consigo ouvir a sua voz.

Que o vento me trouxe de tão distante.



De tão longe eu vim.

Para te apagar da memória.

Ah! Mas uma flor guardou o seu perfume.

Aquela ponte, sabe o seu peso.


E a velha porteira ainda sussurra seu nome.

Aquela montanha tão íngreme.

Ah! Me disse que lembra do seu sussurrar.

Quando o ar resistia a entrar pelas narinas.


O tempo tentou desfazer nossa história.

Mas, ele não apagou o passado.

Ah! Ainda é possível ver no rio.

A sua silhueta refletindo.


Eu preciso voltar, as lembranças me corroem.

Mas o caminho parece tão forte.

Ah! As memórias parecem me acorrentar.

Eu luto agora contra o passado.


Tento fugir por outro caminho.

De repente não encontro a saída.

Ah! Saudade devastadora.

Que me faz lembrar e recordar.



Vou tentar ir para mais distante.

Num lugar em que a solidão me conforta.

Ah! Preciso confessar antes de partir.

A sua ausência me fere e machuca.


Nos caminhos da saudade.

Não encontrei razões e motivos.

Para te esquecer.

(Claudio Alves de Oliveira)