quarta-feira, 3 de novembro de 2021

NOSSA FILOSOFIA



NOSSA FILOSOFIA


O que eu sei?

Ou o que conheço?

Muito pouco comparado a muitos.

Menciono as pessoas mais simples.

Não ousaria se comparar a um letrado.

Ai me sentiria como nada.

Diante de um cientista, um físico ou um teólogo.

Não seria realmente ninguém.

Diante de um poeta, um compositor.

Não tem como comparar.

Talvez meu conhecimento não vá além do meu eu.

E em certas ocasiões não conhecemos nem a nós mesmo.

Sabemos que dependendo da profissão.

As pessoas necessitam de muito conhecimento.

Pelo menos na sua área de atuação.

No pouco que sei já fui questionado.

Alguém um dia me disse que não era necessário.

Nesse dia senti que conhecia um pouco mais.

Mas em outra ocasião ouvindo um sábio falar.

Decidi que nada sabia.

Ou muito pouco, ou nada entendia.

O que sei é que a vida nos ensina.

Que o tempo nos auxilia.

E que os anos vividos nos favorece.

Que o dia e noites nunca se contradizem.

Uma noite faz declaração a outra noite.

E o dia procura sempre ser melhor que o anterior.

Numa competição saudável.

Que deduzimos assim, o melhor da vida ainda está por vir.

Tudo o que sei é que preciso ir e frente.

Tudo o que conheço que é preciso viver.

O que sei é que não posso parar.

O que conheço é que não dá para voltar atrás.

É preciso continuar, é preciso lutar.

É necessário vencer, aprender com os erros.

Superar os fracassos, as lágrimas e decepções.

É isso que sei, temos sonhos para realizar.

Objetos que precisamos alcançar.

É isso, tudo o que sei, ou talvez nada sei.

Ou como diz a canção, muito pouco eu sei.

Nosso foco é ir além.

Do que conhecemos do que sabemos.

Os anos, o tempo é nosso aliado.

A vida é nossa escola.

Nossos passos os degraus do saber.

Ainda assim podemos nada saber.

O que eu sei, é que de tudo não conhecemos.

Mas um pouco tenho certeza que saberemos.

Nem que seja um pouco.


(Claudio Alves de Oliveira)

Nossa filosofia


 

terça-feira, 26 de outubro de 2021

DECEPÇÃO



DECEPÇÃO


Para algumas pessoas a decepção parece fazer parte do seu cotidiano, em todos os seus caminhos trilhados, se olharmos o seu passado e seu presente é de fato o que mais sobressai.

Quase que predominante em suas vidas, é muito difícil a compreensão, assimilar como a pessoa consegue viver assim, se adaptou a esse tipo de situação, parece que esse tipo de situação não a incomoda mais.

Olhando daqui do distante temos a sensação de que temos diante de nós alguém que desistiu de tudo, que simplesmente passa os dias e noites que lhe restam. Talvez diante de nós estejamos deslumbrando alguém que não tem mais nenhuma esperança.

Mas o que impressiona é que ainda sorri, ainda diz “bom dia”, tudo o que conseguimos enxergar na pessoa, são amargas derrotas, desilusão, abandono e tristezas, não podemos enxergar dentro do coração, então deduzimos e nos perguntamos: como pode? Impossível alguém viver dessa forma?

Muitas ocasiões não é suficiente nós se sentirmos no lugar de alguém assim, é preciso viver um pouco disso, sentir um pouco, como o cálice amargo, é preciso beber para sentirmos o quão amargo é, só desse forma conseguimos compreender.

Tente viver um pouco no lugar de alguém que nunca alcançou nada do que planejou, suas metas jamais foram alcançadas, toda a sua fortuna são perdas, não existe nenhum motivo para se alegrar muito menos sorrir.

Estamos falando de decepção, vire os seus olhos para um certo continente, é esse mesmo que pensou, parece que nasceram simplesmente para sofrerem, são as guerras, a fome, o exílio, prisão, doenças, órfãos, para esses o dia não começa sorrindo, não existem sonhos, não há esperança.

Para nós, não que sejamos diferentes, não é isso, ou seja, uma parte, a decepção nos afeta, essa geração tem sido afetada e levando muitos ao extremo, todos sabem como termina o caminho da decepção, mas não esse o nosso assunto.

Pois é amigos, um sorriso esconde muita coisa, lembra quando disse que mesmo nós conhecendo a pessoa e sua situação, ela ainda sorri, cumprimenta, e aqueles que nós não conhecemos e nem sabemos o que ele passa, quantos corações dilacerados se escondem atrás de um sorriso, um rosto alegre oculta um fel amargo.

Alguém pode dizer que se trata de um falso sorriso, não vejo dessa, acredito que nossas alegrias compartilhamos e nossas angustias a reprimimos, é assim ninguém precisa saber da nossa dor, nem todos entenderão, não podemos abrir o coração para quem não sabe o que é discrição, nem contar nossos segredos para quem não sabe ocultar, muito menos expor o que sentimos para quem não se importa.

Nem contar nossos sonhos para aqueles que deseja a nossa caída, nossas realizações para aos que almejam nossa derrota, nessas ocasiões o melhor a fazer é esconder ou ocultar nossa dor em um sorriso. Nossas decepções basta nós mesmo saber, já é o suficiente.

Não sei se consegui colocar de forma muito clara, esta inspiração, não consegui me aprofundar muito no assunto, o momento talvez, a hora, não saberia explicar.

Mas me ajudem, se possível deixe um comentário ou um complemento, seria uma grande honra. Desde já minha gratidão.


(Claudio Alves de Oliveira)

Decepção 



 

INSPIRAÇÃO


 INSPIRAÇÃO


Hoje eu me ponho a escrever, um texto ou uma canção.

Mais uma vez perdoe minha intromissão.

Eu gostaria de falar palavras lindas, com emoção.

No entanto, só consigo falar o que está no coração.

Não seria nada, se não fosse a inspiração.

Essa me ajuda na hora de escrever e na composição.

É claro que algumas coisas são minha imaginação.

E outras coisas de lembranças e recordação.

E aquelas que são fatos que levo em consideração.

E começo agradecendo, aos amigos e irmãos, minha gratidão.

Faço isto com amor e dedicação.

Não existe em nós nenhuma ambição.

Aproveitando o melhor que nos oferece a vida como uma missão.

Aos poetas e escritores a minha admiração.

A poesia minha singela devoção.

Na vida há tempo para tudo, até para meditação.

Não dá para viver sem ter um lado, na omissão.

Temos que optar, escolher e ter uma definição.

Cada um de nós precisa ter uma posição.

Se um dia erramos na nossa decisão.

O tempo nos dará a chance para uma correção.

As adversidades da vida nos leva a coalizão.

No meio da guerra não temos tempo para comoção.

Estamos em batalha e só vencemos com determinação.

Precisamos encarar todas as lutas e contradição.

Nos manter focados na nossa vocação.

Tem guerras que só vencemos com humildade e mansidão.

E outras batalhas que precisamos até fugir da nação.

Mas tem até aquelas que precisamos ter uma reação.

No nosso dia a dia é repleto de obstáculos e tentação.

O saber, o conhecimento é nossa graduação.

Com ele fazemos as escolhas certas, por uma simples razão.

Porque encontramos a verdade e nela há redenção.

Ela contém a luz que nos tira da escuridão.

Como numa noite tempestuosa numa embarcação.

Em meio do alto-mar e as ondas com sua agitação.

E ao longe podemos ver o farol com sua indicação.

Aos nossos ouvidos tudo isso soa como uma suave canção.

Que essas palavras te encontre, não importa a situação.

Se puder apenas aprecie essa reflexão.

Foi escrito com amor e afeição.

Na verdade nem usei a percepção.

Tudo foi pura inspiração.

Vou indo com muita satisfação.

Feliz e alegre com mais essa construção.

Deixo meu abraço e meu aperto de mão.

A todos vocês que amo de coração.

Não importa se é de perto, daqui ou de outra nação.

A poesia nos une e as palavras são nossa paixão.

E faz com que temos tão pura relação.

Nossa amizade na mais singela interação.


(Claudio Alves de Oliveira)

Inspiração 


quinta-feira, 14 de outubro de 2021

POR DENTRO DA POESIA



POR DENTRO DA POESIA


Escrever, é algo muito bom, tem seus prós e contra.

Depois do texto concluído, a sensação é muito boa.

Aquele sentimento do dever cumprido.

Realização, euforia, após o término é só gratidão.

Nenhuma realização seja qual for, é fácil.

Desde quem ensina ou quem aprende.

Ou quem constrói ou quem precisa demolir.

Quem precisa desenvolver ou reinventar.

Tudo tem o seu preço, lágrimas e suor.

Algumas realizações são mais profundas e outras não.

Um pesquisador precisa do tempo.

Um arquiteto de papel, lápis e uma prancheta.

O poeta de vez em quando, precisa provar de suas palavras.

Porque não dizer provar do seu próprio veneno.

Falamos de textos diferentes da ficção.

Mas enfim, precisamos remoer o que escrevemos.

Se lamentar em cima do nosso lamento.

E até mesmo chorar em cima do próprio pranto.

De quando em quando a realidade nos choca muito.

O inesperado no leva ao impróprio.

As certezas que temos se tornam banais.

Por um momento é como se o chão deixasse de existir.

Nossa base de sustentação se desintegrasse.

Todos nós sabemos dos riscos e consequências.

Mas no caso de um poema ou um texto, tese.

Pelo menos esse que vos escreve aqui.

Não tem um plano b.

Por mais que estivéssemos preparados.

Para ser rejeitado, desprezado e ignorado.

Pois é, a nossa realidade se contradiz.

E ficamos perplexo, sem ação.

E não tínhamos a ideia do quanto isso nos afeta.

Recordo-me da cena de um filme.

Alguém luta contra os invasores da sua terra.

E acaba descobrindo um traidor.

Não era a traição em si, mas a pessoa, o traidor.

Que o deixa sem ação e caído por terra.

O desapontamento é tão grande que o deixa inerte.

Sem forças para levantar e exposto ao inimigo.

A rejeição tem esse poder.

O desprezo tem essa força.

Nem menciono a traição, não é o caso.

Como qualquer ser humano.

O ser ignorado, machuca.

É preciso se recuperar, é como uma lesão.

Fisioterapia, aprender de novo.

Quando caímos é preciso de um tempo.

Para se levantar, encontrar o caminho e prosseguir.

É preciso aprender com isso.

Nunca subestimar as adversidades.

Assim como as ondas do mar.

Pode ocorrer de nos arrastar para o fundo.

Que tudo nos sirva de lição.

Porque da mesma forma que somos desprezados.

Podemos fazer o mesmo com alguém.

Deixamos o papel de vítima e somos culpados.

A lição sempre é essa.

Antes de fazer alguém chorar, chore primeiro.

Se for entristecer alguém, se entristeça antes.

Se for ferir, se machuque antecipadamente.

Antes de falar pese as palavras.

Sinta elas, se ferir e machucar, permaneça em silêncio.

Atitudes, sempre se antecipe.

O mal sempre deve ser evitado.

Se puder estenda a mão.

Sempre que possível elogie.

Motive, de razões para as pessoas não desistirem.

Não seja culpado das desistências.

Nem se culpe por quem desistiu.

Escrever é um privilégio.

A inspiração algo sem explicação.

Mas a sua presença é essencial.

A base de sustentação.

O motivo e a razão de prosseguirmos.

Agradeço-te imensamente por isso.

A você leitor minha eterna gratidão.

Se acontecer de não ver mais.

Procure-me nas palavras, me encontre nos poemas.

Quando é preciso me escondo nos parágrafos.

Ando em cima das linhas ou abaixo delas.

Meu esconderijo perfeito é entrelinhas.

Nas palavras de duplo sentido.

Deixo minhas pegadas.

E minha assinatura naquelas frases.

Que é preciso deduzir ou interpretar.

(Claudio Alves de Oliveira)

Por dentro da poesia


 

sexta-feira, 3 de setembro de 2021

SEM PALAVRAS



SEM PALAVRAS


Ocasiões onde tudo o que temos são incógnitas.

Ficamos sem palavras e sem uma lucides.

Não temos a compreensão do fato.

Nem o porquê e quais as razões.

Parece que, o que temos por direito é a dor.

São momentos que palavras nada significam.

Nada trará de volta aqueles que se foram.

É o tempo de chorar e lamentar.

Cumprir um pedido do SENHOR JESUS.

Chorai com os que choram.

A dor preenche os vazios nesse momento.

E as lágrimas se fazem necessárias.

O sentimento é mutuo.

A tristeza repartida.

E uma pergunta que não cala, o porquê disso.

Não há justificativa.

Em Ramá se ouviu um choro, uma grande lamentação.

Raquel chorando seus filhos.

E não quer ser consolada.

Porque já não existem.

E assim é, a tragédia ceifou duas vidas.

Não sabemos se anunciada ou não.

Agora não mais importa.

Vozes que não mais se ouvirão.

Sorrisos que ficarão na memória.

A ira prevaleceu dando a impressão da derrota.

Ainda existem mistérios que só os Céus entendem.

Muitas perguntas sem resposta na terra.

Muitos argumentos que fogem do ser humano.

Muitos segredos ocultos do homem.

Entre o Céu e a terra, longe dos nossos olhos.

Existe uma ciência tão alta.

Que não podemos atingir.

O choro e a tristeza.

A dor da separação são inevitáveis.

A ferida se abre e não fecha, não sara.

O que nos consola é a esperança.

Um dia, um encontro no perpétuo.

E uma voz que nunca mais se calará.

Numa melodia celestial entoará pela eternidade.

A terra não é mais a tua habitação.

Vany Magalhães e filho.

(Claudio Alves de Oliveira)

Sem palavras


*In memoriam de Vany Magalhães 

 

quarta-feira, 11 de agosto de 2021

SIMPLESMENTE HUMANOS




 

SIMPLESMENTE HUMANOS


Perguntamos quem somos, de onde viemos.

O que fazemos nesse planeta.

Qual a razão dessa passagem por aqui.

Questionamentos que nem sempre temos respostas.

E quando as temos não acreditamos.

A maioria de nós, é assim.

Busca por um esclarecimento.

Mas quando tudo se torna claro.

Opta por não compreender.

E outros preferem não acreditar.

Dai voltamos a velha história dos símeos.

A verdade é que somos humanos, seres humanos.

E assim somos seres frágeis.

Sonhamos com o impossível.

Queremos ir aonde não podemos.

Tentamos acessar o inacessível.

De certa forma somos atraídos para o proibido.

E o improvável nos impressiona.

E o perigo nos fascina.

Queremos entender o que não é do nosso conhecimento.

Tem momentos que queremos pisar em ovos.

Querendo os manter intacto.

Andar em cima de pregos, sem se furar.

Somos traídos muitas vezes pelo nosso ego.

Que nos faz insistir diversas vezes no mesmo erro.

Alguns de nós só compreende depois de muito errar.

No entanto, outros erram tentando acertar.

Tem aqueles que erram por nem tentar.

Tem humanos e tem humanos.

Somos todos diferentes em atitudes.

Mas tão iguais em certos aspectos.

O ciclo da vida nos deixa tão semelhantes.

Mas o comportamento de cada um nos difere.

Alguns de nós diante da riqueza.

Deixe de ser quem somos.

Atraídos por uma forma de enriquecimento precoce.

Trilhamos caminhos perigosos.

Andamos por lugares remotos.

O risco tem uma força sobre nós, impressiona e atrai.

Saímos na rodovia e ultrapassamos os limites.

Queremos ouvir os pneus cantando nas curvas.

Ou a traseira do nosso veículo derrapando.

Queremos atingir os lugares mais altos.

Escalar a montanha mais íngreme.

Esquecemos o quanto frágeis somos.

Capazes de se confundir e enganar-se.

Ser manipulado, e até mesmo acreditar em mentiras.

Somos capazes de ser enganados pelos nossos sentimentos.

Uma mudança do clima já nos afeta.

Nos ferimos com palavras e atitudes.

Nos sentimos desprezados quando não temos atenção.

Nos sentimos sozinhos quando ninguém nos ouve.

Sentimentais, emocionais, mimados.

Afetuosos, envolventes, amorosos.

Enraivecidos, transtornados, vingativos.

Traidores, obstinados, amante de si mesmo.

Dominadores, fraudulentos, misericordiosos.

Cautelosos, infelizes e felizes.

Determinados, conquistadores e desbravadores.

Os seres humanos assim são identificados.

Nas suas diversas características.

Alguns voltados pro bem, outros mais dedicados ao mal.

Alguns preferem a escuridão, outros procuram a luz.

Mas todos nós temos o direito da escolha.

E todos caminhamos para um mesmo destino.

De onde nenhum de nós pode passar.

O limite da vida.


(Claudio Alves de Oliveira)

Simplesmente humanos

quarta-feira, 14 de julho de 2021

ESCOLHAS




 

ESCOLHAS


Não há ousadia na ira.

Nem audácia no furor.

Nenhuma grandeza no ódio.

Nem sabedoria no tremor.

Muito menos realização no desprezo.

No rancor não existe beleza.

Nem na cólera algum vigor.

Nem na fúria alguma exaltação.

Na raiva não existe encanto.

Na malevolência alguma intrepidez.

Na ganância não existe pudor.

E no furioso a cautela é abandonada.

Nas incertezas não existe firmeza.

Nem no ódio pode haver esperança.

Nem na antipatia pode existir afeto.

Nem na zanga pode haver estima.

E o mentiroso se incomoda com a verdade.

Assim como o ímpio evita um encontro.

E o falso procura a distância.

O traidor se oculta no meio do sol.

Na indignação não existe afeição.

Há muito o que ser evitado.

Existem muitos caminhos a serem ignorados.

Pesos inúteis que só vai atrasar.

Atrapalhar a nossa jornada.

Ofuscar o nosso brilho.

Apagar a nossa história.

Destruir nossos feitos.

Diminuir a nossa grandeza.

Corromper a nossa decência.

Mas está em nós o poder da escolha.

E mudar o cenário, nossos passos.

Manter o nosso foco e a nossa direção.

Porque a simplicidade gera franqueza.

A bondade nos leva a pureza.

A humildade cria um vínculo de mansidão.

A obediência aos bons conceitos, submissão.

A sinceridade cria laços de justiça.

A honestidade nos leva a ser verdadeiros.

A lealdade faz de nós íntegros.

A dignidade nos coloca na retidão.

A consideração com os demais leva a honra.

A gentileza gera respeito.

A relevância gera cortesia.

A confiança gera a esperança.

A crença gera a fé.

E o amor a excelência.

Ainda muitos precisam encontrar o caminho.

O caminho leva a verdade.

A verdade leva a vida.

(Claudio Alves de Oliveira)

Escolhas

MOTIVOS E RAZÕES




MOTIVOS E RAZÕES


Quem sabe o hoje não seja o momento da dor.

Nem dias de lamentações.

Quem dera hoje não fosse dias de lágrimas.

Que seja o agora e o porvir dias de alegria.

Que os teus caminhos sejam ladrilhados pela felicidade.

Se o momento da dor te cercar, que seja breve.

As horas tristes como um relâmpago.

Que os dias de lamento sejam abreviados.

Quem dera fossem evitados.

Porém cada momento da vida deve ser apreciado.

Cada instante deve ser aproveitado.

Cada etapa da caminhada um aprendizado.

Os obstáculos devem ser transposto.

As dificuldades são para serem ultrapassadas.

Todas as adversidades da vida superadas.

Por essa razão a motivação não depende só de dias bons.

Nos momentos de amarguras e nas horas amargas.

Precisa se fundir com a fé.

Nas horas mais extremas a motivação precisa de aliados.

Fé e esperança se aliam e caminham juntas.

Algumas metas só são possíveis com sacrifícios.

Algumas vitórias alcançamos com muitas batalhas.

De onde saímos feridos, machucados, sequelados.

Lutas, guerras e batalhas compõe a nosso êxito.

Nossas marcas e cicatrizes falam por si só.

Difere um vitorioso de alguém que nem tentou.

A vitória pertence aos que estão disposto.

A pagar seu preço e suas etapas, suas diretrizes.

Suas imposições, seus tributos.

Mas o fim da luta é melhor que o princípio.

Se o início é um caminho de lágrimas.

No fim é uma vereda de sorrisos.

Uma alameda de alegria e felicidade.

Aquele que semeia em lágrimas.

Ceifará com alegria.

Nossos caminhos, o nosso passado.

Declaram de onde viemos e quem somos.

O nosso futuro é conhecido pela direção que tomamos.

Quem dera hoje não fosse o dia da dor.

Não fosse o tempo das decepções.

Espero que o seu momento seja de alegria.

E o seu dia de extrema felicidade.


(Claudio Alves de Oliveira)

Motivos e razões